segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Viagem da minha vida

Eu quero novos lugares


Novos amores, novos olhares

Novas paisagens, novas recordações

Gastando gasolina, acionando os pistões

O meu carro poderia me levar

A lugares que nunca pude imaginar

Lugares com montanhas com neve e gelo

Belos mirantes, onde escorarei meus cotovelos

E verei como a vida é bela

Já que a única coisa que vejo pela janela

São as portas enferrujadas de uma velha capela

Que ficam na frente de minha residência

Que coisa feia, quanta impertinência

Dizer que sou livre, se não tenho asas para voar

Quanta ignorância dizer que posso mudar o mundo

Se a muito não tenho água para nadar

E assim continuo meu sonho mesclado

Impossível, jamais poderá ser realizado

Já que estou preso a uma corrente

Chamado destino

Derruba-me pela frente, de modo repentino

Que apenas caio de cabeça

Começo a chorar

E não importa o que aconteça

n pararei de soluçar

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